Dev (AI First)
Musa Tecnologia LTDA
Software Engineering, Data Science
são paulo, state of são paulo, brazil
Posted on Apr 25, 2026
O que é essa vaga
A maioria das empresas adotou AI como ferramenta de IDE: gera boilerplate mais rápido, autocompleta função. Isso é produtividade, não é arquitetura.
A Musa tá construindo produto onde AI é componente de runtime. Agente faz parte do caminho crítico, não é feature lateral. Isso muda como você pensa API, estado, erro, observability, teste — tudo.
Precisamos de dev sênior que desenhe sistema assumindo essa realidade. Que saiba quando o agente resolve, quando precisa de código determinístico, quando a abstração certa é um tool call, quando é uma fila.
O que você vai fazer
Obrigatório:
Manda seu LinkedIn, currículo ou repo com resposta curta pra:
"Qual foi a última vez que você desenhou um sistema assumindo que AI era componente de runtime, não ferramenta de produtividade? O que você fez diferente por causa disso?"
A maioria das empresas adotou AI como ferramenta de IDE: gera boilerplate mais rápido, autocompleta função. Isso é produtividade, não é arquitetura.
A Musa tá construindo produto onde AI é componente de runtime. Agente faz parte do caminho crítico, não é feature lateral. Isso muda como você pensa API, estado, erro, observability, teste — tudo.
Precisamos de dev sênior que desenhe sistema assumindo essa realidade. Que saiba quando o agente resolve, quando precisa de código determinístico, quando a abstração certa é um tool call, quando é uma fila.
O que você vai fazer
- Construir produto onde agente faz parte do caminho crítico, não feature lateral
- Desenhar abstração que outros devs — e outros agentes — vão usar
- Definir padrão de arquitetura AI-native pra empresa. Hoje não existem. Você escreve junto com AI Deployment e produto
- Trabalhar em cima dos agentes que já rodam (Polvo, Coletas, Caçador) e dos próximos que vão entrar
- Manter qualidade técnica alta num ambiente onde a fronteira entre código e agente muda toda semana
- Ser "o dev que usa Copilot bem". Isso aqui já é baseline
- Trabalhar em feature isolada: você pensa sistema
- Construir PoC: tudo que você faz tem que rodar em produção com cliente
Obrigatório:
- Senioridade técnica real — já carregou sistema em produção com carga, latência, falha e on-call
- Trabalha com AI no fluxo diário de desenvolvimento, e já construiu algo com LLM ou agente que passou de demo
- Opinião formada sobre quando AI ajuda e quando atrapalha
- Sólido em design de sistema: API, estado, fila, banco, observability
- Python ou TypeScript. Stack flexível, discutimos.
- Experiência construindo produto onde LLM é componente de runtime (não assistente de código)
- Já lidou com avaliação de saída de modelo, guardrail, fallback determinístico
- Experiência com orquestração de agente, tool use, function calling
- Já trabalhou em startup em fase de scale-up
- Dev que quer usar AI pra "acelerar o trabalho" mas continua pensando sistema do mesmo jeito
- Entusiasta de AI sem senioridade técnica: aqui você decide arquitetura que 200 pessoas vão usar
- Perfil que precisa de tech lead dizendo o que fazer: você é a referência técnica, não o executor
- Quem não gosta de lidar com ambiguidade: a fronteira entre código e agente é borrada de propósito
- Climatetech real: gestão de resíduos em escala nacional, impacto ambiental mensurável
- AI em produção, não em slide: Polvo, Coletas, Caçador e outros rodam hoje
- Time enxuto, impacto grande: decisão técnica sua vira padrão da empresa
- Anti-corporate: sem politicagem, sem 14 camadas de aprovação. Autonomia com accountability
Manda seu LinkedIn, currículo ou repo com resposta curta pra:
"Qual foi a última vez que você desenhou um sistema assumindo que AI era componente de runtime, não ferramenta de produtividade? O que você fez diferente por causa disso?"